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quinta-feira, 28 de maio de 2009

Doutoras
Certo dia, uma mulher chamada Anne foi renovar a sua carteira de motorista.

Quando lhe perguntaram qual era a sua profissão, ela hesitou. Não sabia bem como se classificar.

O funcionário insistiu: O que eu pergunto é se tem um trabalho.

Claro que tenho um trabalho, exclamou Anne. Sou mãe.

Nós não consideramos isso um trabalho. Vou colocar dona de casa, disse o funcionário friamente.

Uma amiga sua, chamada Marta, soube do ocorrido e ficou pensando a respeito por algum tempo.

Num determinado dia, ela se encontrou numa situação idêntica. A pessoa que a atendeu era uma funcionária de carreira, segura, eficiente.

O formulário parecia enorme, interminável.

A primeira pergunta foi: Qual é a sua ocupação?

Marta pensou um pouco e sem saber bem como, respondeu:

Sou doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas.

A funcionária fez uma pausa e Marta precisou repetir pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.

Depois de ter anotado tudo, a jovem ousou indagar:

Posso perguntar o que é que a senhora faz exatamente?

Sem qualquer traço de agitação na voz, com muita calma, Marta explicou:

Desenvolvo um programa a longo prazo, dentro e fora de casa.

Pensando na sua família, ela continuou: Sou responsável por uma equipe e já recebi quatro projetos. Trabalho em regime de dedicação exclusiva. O grau de exigência é de 14 horas por dia, às vezes até 24 horas.

À medida que ia descrevendo suas responsabilidades, Marta notou o crescente tom de respeito na voz da funcionária, que preencheu todo o formulário com os dados fornecidos.

Quando voltou para casa, Marta foi recebida por sua equipe: uma menina com 13 anos, outra com 7 e outra com 3.

Subindo ao andar de cima da casa, ela pôde ouvir o seu mais novo projeto, um bebê de seis meses, testando uma nova tonalidade de voz.

Feliz, Marta tomou o bebê nos braços e pensou na glória da maternidade, com suas multiplicadas responsabilidades. E horas intermináveis de dedicação.

Mãe, onde está meu sapato? Mãe, me ajuda a fazer a lição? Mãe, o bebê não para de chorar. Mãe, você me busca na escola?

Mãe, você vai assistir a minha dança? Mãe, você compra? Mãe...

Sentada na cama, Marta pensou: Se ela era doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas, o que seriam as avós?

E logo descobriu um título para elas: :Doutoras-sênior em desenvolvimento infantil e em relações humanas.

As bisavós, Doutoras executivas sênior.

As tias, doutoras-assistentes.

E todas as mulheres, mães, esposas, amigas e companheiras: Doutoras na arte de fazer a vida melhor.

* * *

No mundo em que os títulos são importantes, em que se exige sempre maior especialização, na área profissional, torne-se especialista na arte de amar.

Como excelente mestra, ensine aos seus filhos, através do seu exemplo, a insuperável arte de expressar sentimentos.

Ensine a difícil arte de interpretação de choro de bebê e de secar lágrimas de adolescente.

Exemplifique a renúncia, a paciência e a diplomacia. E colha, vitoriosa, ao final de cada dia, os louros do seu esforço nos abraços dos seus filhos e na espontaneidade de suas manifestações de afeto.


Minha realização pessoal, meu mais lindo projeto (na apresentação do Dia das Mães na escolinha, olha meu retrato atrás feito por um anjo) ...

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Postado por Rita Célia e Ângelo

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3 Comentário(s) Amigo(s)...
 

Rita, como o seu filho está lindo!!!!E parecidinho com a mamãe. Bjs
Salete
Anonymous Anônimo

 
 

SHALOM!

1. Uma alegria conhecer seu blog. Que o Deus Eterno te conduza em triunfo.

Medite em Colossenses 3.16

Em Cristo, Marcello de Oliveira

P.s > visite:

http://davarelohim.blogspot.com/

e veja o texto: A Pomba - YONÁH - CAntares 2.14
Blogger Marcello de Oliveira

 
 

Como o Ângelo está lindoooo! Eu acompanhava seu blog mas depois perdi o endereço. Ele é muito parecido com você! Parabéns!
Anonymous Anônimo

 


terça-feira, 15 de julho de 2008

PRECIOSA DÁDIVA
A mulher bateu à porta da rica casa. Estava grávida e já se avizinhavam os dias de dar à luz.

A dona da casa veio atender, portando no olhar a serenidade dos dias vencidos e das dores suportadas.

Dona, lhe falou a gestante, quer ficar com o meu bebê?

E antes que a outra se recobrasse do susto da inesperada oferta, prosseguiu:

Não o quero. Não tenho lugar para ele em minha vida. Engravidei sem querer e não posso sustentar outra boca.

Pesa-me a barriga e anseio por liberar-me da carga. Se a senhora não o quiser, não sei o que farei. Já o ofereci a mais de duas dezenas de pessoas. Ninguém o quer.

A mulher bondade convidou a ofertante a entrar. Fê-la sentar-se. Serviu-lhe um café reconfortante.

Instigada, aquela lhe narrou sua história de desacertos, desde a juventude mais tenra. A síntese é de que via no filho em gestação um estorvo, um problema a mais.

A mulher carinho falou-lhe da bênção da maternidade e da reencarnação. Maternidade é uma das mais nobres missões conferidas ao ser humano.

O Pai e Criador confia uma das estrelas do Seu Universo à guarda de um outro ser.

Pela lei da reencarnação, o Espírito imortal tem a possibilidade de resgatar erros, crescer, ascender.

A mulher ternura lhe falou de como o Espírito, preso ao corpinho em formação, tudo percebe, tudo sente, tudo sofre.

Ele suspira oportunidade, tempo e atenção. Precisa de carícias, de ouvir a voz de quem o gera a lhe murmurar acalantos, aguarda a mão da ternura a lhe rociar a pele frágil.

Ele espera tanto. E tão pouco.

A mulher renúncia lhe falou das noites insones e dos sorrisos empós. Dos choros da febre, da manha e dos balbucios dos vocábulos primeiros.

Dos chutes quando ainda no ventre, em seus movimentos de acomodação. E da insegurança dos primeiros passos.

Ele tem tanto para dar.

Por que confiá-lo a outrem, se a Divindade lho oferta?

A mãe foi despertando na gestante. Num gesto quase mecânico, acariciou o ventre bojudo e sentiu os movimentos do bebê.

Que desejaria ele dizer? Não me abandone, cuide de mim. Estreite-me em seus braços. Venho para com você aprender o alfabeto do amor.

Não me dê a ninguém. É do seu carinho que preciso.

Quando a tarde morreu, a gestante retornou ao seu lar, com a esperança a tremeluzir no olhar.

A mulher doação a auxiliaria e ela teria o seu filho, conduzindo-o no mundo.

Dividiriam as dificuldades e somariam esforços. Permitiriam que se multiplicassem as oportunidades de regeneração, para que diminuíssem as dores.

E se a soma dos problemas parecesse suplantar as forças, sempre poderiam contar com o amor da mãe pelo filho, do filho pela mãe.

* * *

Os filhos não são realizações fortuitas. São filhos de Deus em jornada evolutiva, seguindo hoje ao seu lado, sob a direção das suas experiências.

Quando um filho enriquece um lar, traz com ele os valores indispensáveis à própria evolução.


Redação do Momento Espírita, com pensamentos finais extraídos do verbete Filho, do livro Repositório de sabedoria, v. 1, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 15.07.2008

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Postado por Denise Lage

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sexta-feira, 11 de julho de 2008

Ser Mãe
Nós estamos sentadas almoçando quando minha filha casualmente menciona que ela e seu marido estão pensando em 'começar uma família'.

- 'Nós estamos fazendo uma pesquisa', ela diz, meio de brincadeira. 'Você acha que eu deveria ter um bebê?'

- 'Vai mudar a sua vida' eu digo, cuidadosamente mantendo meu tom neutro.

- 'Eu sei' ela diz, 'nada de dormir até tarde nos finais de semana, nada de férias espontâneas.. .'

Mas não foi nada disso que eu quis dizer. Eu olho para a minha filha, tentando decidir o que dizer a ela. Eu quero que ela saiba o que ela nunca vai aprender no curso de casais grávidos. Eu quero lhe dizer que as feridas físicas de dar à luz irão se curar, mas que tornar-se mãe deixará uma ferida emocional tão exposta que ela estará para sempre vulnerável.

Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se perguntar: 'E se tivesse sido o MEU filho?' Que cada acidente de avião, cada incêndio irá lhe assombrar. Que quando ela vir fotos de crianças morrendo de fome, ela se perguntará se algo poderia ser pior do que ver seu filho morrer.

Olho para suas unhas com a manicure impecável, seu terno estiloso e penso que não importa o quão sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá reduzí-la ao nível primitivo da ursa que protege seu filhote. Que um grito urgente de 'Mãe!' fará com que ela derrube um suflê na sua melhor louça sem hesitar nem por um instante.

Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos ela investiu em sua carreira, ela será arrancada dos trilhos profissionais pela maternidade.

Ela pode conseguir uma escolinha, mas um belo dia ela entrará numa importante reunião de negócios e pensará no cheiro do seu bebê.

Ela vai ter que usar cada milímetro de sua disciplina para evitar sair correndo para casa, apenas para ter certeza de que o seu bebê está bem.

Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia a dia não mais serão rotina. Que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro masculino ao invés do feminino no McDonald's se tornará um enorme dilema. Que ali mesmo, em meio às bandejas barulhentas e crianças gritando, questões de independência e gênero serão pensadas contra a possibilidade de que um molestador de crianças possa estar observando no banheiro.

Não importa o quão assertiva ela seja no escritório, ela se questionará constantemente como mãe.

Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da gravidez ela perderá eventualmente, mas que ela jamais se sentirá a mesma sobre si mesma. Que a vida dela, hoje tão importante, será de menor valor quando ela tiver um filho. Que ela a daria num segundo para salvar sua cria, mas que ela também começará a desejar por mais anos de vida, não para realizar seus próprios sonhos, mas para ver seus filhos realizarem os deles.

Eu quero que ela saiba que a cicatriz de uma cesárea ou estrias se tornarão medalhas de honra.

O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar, mas não da forma como ela pensa. Eu queria que ela entendesse o quanto mais se pode amar um homem que tem cuidado ao passar pomadinhas num bebê ou que nunca hesita em brincar com seu filho. Eu acho que ela deveria saber que ela se apaixonará por ele novamente por razões que hoje ela acharia nada românticas.

Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela sentirá com as mulheres que através da história tentaram acabar com as guerras, o preconceito e com os motoristas bêbados.

Eu espero que ela possa entender porque eu posso pensar racionalmente sobre a maioria das coisas, mas que eu me torno temporariamente insana quando eu discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro de meus filhos.

Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho aprender a andar de bicicleta. Eu quero mostrar a ela a gargalhada gostosa de um bebê que está tocando o pelo macio de um cachorro ou gato pela primeira vez. Eu quero que ela prove a alegria que é tão real que chega a doer.

O olhar de estranheza da minha filha me faz perceber que tenho lágrimas nos olhos.

- 'Você jamais se arrependerá', digo finalmente. Então estico minha mão sobre a mesa, aperto a mão da minha filha e faço uma prece silenciosa por ela, e por mim, e por todas as mulheres meramente mortais que encontraram em seu caminho este que é o mais maravilhoso dos chamados. Este presente abençoado de Deus... que é ser Mãe.'

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Postado por Rita Célia e Ângelo

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2 Comentário(s) Amigo(s)...
 

ADOREI O TEXTO...POR FAVOR GOSTARIA DE RECEBER UMA COPIA...sandracft@gmail.com...
PARABENS PELO BLOG ESTA SEMPRE MUITO LINDO..EMOCIONANTE E INFORMATIVO...
Anonymous Anônimo

 
 

Chorei
Blogger Lica

 


sexta-feira, 20 de junho de 2008

Chiquinha Maricota chegou!!!
E estamos transbordando de felicidade!

Lá no blog conto a história toda. www.invasordoamor.blogspot.com

Bjs e as que estão esperando acreditem que por mais demorada que seja a espera ela valerá muito a pena!

E que D. Cegonha não pare de trabalhar, rsrs.

Dea

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domingo, 11 de maio de 2008


EM LOUVOR DAS MÃES

O lar é a célula ativa do organismo social e a mulher, dentro dele, é a força essencial que rege a própria vida.
Se a criança é o futuro, no coração das mães que repousa a sementeira de todos os bens e de todos os males do porvir.
O homem é o pensamento.
A mulher é o ideal.
O homem é a oficina.
A mulher é o santuário.
O homem realiza.
A mulher inspira.
Compreender a gloriosa missão da alma feminina, no soerguimento na Terra, é apostolado fundamental do Cristianismo renascente em nossa Doutrina Consoladora.
Auxiliar, assim, o espírito materno, no desempenho de sua tarefa sublime, constitui obrigação primária de todos nós que abraçamos nos Centros Espíritas novos lares de idealismo superior e que buscamos na Boa Nova do Divino Mestre a orientação maternal para a renovação de nossos destinos.
Nesse sentido, se nos cabe reconhecer no homem o condutor da civilização e o mordomo dos patrimônios materiais na gleba planetária, não podemos esquecer que na mulher devemos identificar o anjo da esperança, ternura e amor, a descer para ajudar, erguer e salvar nos despenhadeiros da sombra, oferecendo-nos, no campo abençoado da luta regenerativa, novos tabernáculos de serviço e purificação.
Glorifiquemos, desse modo, o ministério santificante da maternidade na Terra, recordando que o Todo-Misericordioso, quando se designou enviar ao mundo o seu mais sublime legado para o aperfeiçoamento e a elevação dos homens, chamou um coração de mulher, em Maria Santíssima, e, através das suas mãos devotadas à humanidade e ao bem, à renunciação e ao sacrifício, materializou para nós o coração divino de Nosso Senhor Jesus Cristo, a luz de todos os séculos e o alvo de redenção da Humanidade inteira.

EMMANUEL
(Do livro "Cartas do Coração", Francisco Cândido Xavier)
mensagem do Instituto André Luiz

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sexta-feira, 9 de maio de 2008


Carta à minha mãe


Mãe, quando eu comecei a escrever esta carta, usei a pena do carinho, molhada na tinta rubra do coração ferido pela saudade.
As notícias, arrumadas como pérolas em um fio precioso, começaram a saltar de lugar, atropelando o ritmo das minhas lembranças.
Vi-me criança orientada pela sua paciência. As suas mãos seguras, que me ajudaram a caminhar.
E todas as recordações, como um caleidoscópio mental, umedeceram com as lágrimas que verteram dos meus olhos tristes.
Assumiu forma, no pensamento voador, a irmã que implicava comigo.
Quantas teimas com ela. Pelo mesmo brinquedo, pelo lugar na balança, por quem entraria primeiro na piscina.
Parece-me ouvir o riso dela, infantil, estridente. E você, lecionando calma, tolerância.
Na hora do lanche, para a lição da honestidade, você dava a faca ora a um, ora a outro, para repartir o pão e o bolo.
Quantas vezes seu olhar me alcançou, dizendo-me, sem palavras, da fatia em excesso por mim escolhida.
As lições da escola, feitas sob sua supervisão, as idas ao cinema, a pipoca, o refri.
Quantas lembranças, mãe querida!
Dos dias da adolescência, do desejar alçar vôos de liberdade antes de ter asas emplumadas.
Dos dias da juventude que idealizavam anseios muito além do que você, lutadora solitária, poderia me oferecer.
Lágrimas de frustração que você enxugou. Lágrimas de dor, de mágoa que você limpou, alisando-me as faces.
Quantas vezes ouço sua voz repetindo, uma vez mais:
Tudo tem seu tempo, sua hora! Aguarde! Treine paciência!
E de outras vezes:
Cada dia é oportunidade diferente. Tudo que você tem é dádiva de Deus, que não deve desprezar.
A migalha que você despreza pode ser riqueza em prato alheio. O dia que você perde na ociosidade é tesouro jogado fora, que não retorna.
Lições e lições.
A casa formosa, entre os tamarindeiros assomou na minha emoção.
Voltei aos caminhos percorridos para invadi-la novamente, como se eu fosse alguém expulso do paraíso, retornando de repente.
Mãe, chegou um momento em que a carta me penetrou de tal forma, que eu já não sabia se a escrevera.
E porque ela falava no meu coração dolorido, voei, vencendo a distância.
E vim, eu mesmo, a fim de que você veja e ouça as notícias vibrando em mim.
Mãe, aqui estou. Eu sou a carta viva que ia escrever e remeter a você.

* * * * * * * * * * * * *

Entre as quadras da vida e as atividades que o Mundo o envolve, reserve um tempo para essa especial criatura chamada mãe.
Não a esqueça. Escreva, telefone, mande uma flor, um mimo.
Pense quantas vezes, em sua vida, ela o surpreendeu dessa forma.
E não deixe de abraçá-la, acarinhá-la, confortar-lhe o coração.
Você, com certeza, será sempre para ela, o melhor e mais caro presente.

* * * * * * * * * * * * *

Eu hj não posso abraçar minha anja ALICIA pois ela está nos céus me protegendo, mas estarei sempre com muitas saudades daquele abraço de pescoço que somente minha mãe sabia como dar, era o abraço mais gostoso de sentir pois tinha o calor e amor de mãe amada.
Mas em contra-partida irei me emocionar demais pois tenho um anjinho, meu filho ÂNGELO que fará uma apresentação na escolinha que com certeza irá me deixar chorando de tanta felicidade. Eu amo ser mãe. Obrigada, meu DEUS por me proporcionar esta alegria.

Quero parabenizar todas amigas do Planos de DEUS... Feliz Dias das Mães,
para você que é Mãe ou que será.

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Postado por Rita Célia e Ângelo

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1 Comentário(s) Amigo(s)...
 

Ritinha, me emocionei lendo esta carta. Que Deus e sua mãezinha que está no céu proteja e ilumine seus caminhos.
Feliz Dia das Mães!
Amo muito você!

Beijos,

Renata e Ana Letícia
Blogger Renata Flávia e Aninha

 


quinta-feira, 8 de maio de 2008


Mamãe, por que te amo tanto?

Todas as crianças, inevitavelmente, chegam naquela fase das famosas perguntas.

Perguntam sobre tudo. Querem saber sobre tudo, num afã natural e belo de se ver, na busca pelo conhecimento, por descobrir o mundo.

Do que são formadas as nuvens?

Por que aquele homem mora na rua?

Como o Papai do Céu pode vigiar todos ao mesmo tempo?

Como nasceu a primeira mãe de todas?

Porquês e mais porquês... Que acabam deixando os pais de cabelo em pé, em muitas ocasiões.

Uma dessas perguntas em especial, chamou-nos a atenção, quando em contato com uma reportagem de certa revista especializada em educação infantil.

Mamãe, por que te amo tanto?

Há perguntas que nasceram para serem perguntas, e há respostas que não são palavras. – Afirma o autor da matéria.

Diz ele ainda que nesses casos a melhor resposta pode ser um beijo, um abraço forte, o toque, o silêncio...

Realmente, poderíamos pensar: Como explicar o amor? Como encontrar a razão na Terra onde reinam os sentimentos?

Sem a pretensão de explicá-lo, mas com a vontade de torná-lo mais admirável ainda, quem sabe poderíamos dizer a essa criança:

Você ama sua mãe, pois antes de lhe dar o abrigo desta casa feita de paredes, ela guardou você em um lar de beleza sem igual, aconchegante e cheio de paz.

Você ama sua mãe, pois possivelmente esta não é a primeira vez que você a vê. Seus corações amigos podem ter se encontrado muito tempo antes...

Você ama sua mãe, certamente porque junto do alimento do corpo, ela lhe concedeu sempre a nutrição da alma, com seu sorriso e um ‘Seja bem-vindo ao mundo, meu filho!’

Seu amor por sua mãe vem dos cuidados que ela tem pelas coisas mais simples da vida, como: arrumar os bichinhos de pelúcia no quarto para lhe darem ‘bom dia’ pela manhã;
colocar o macaquinho ao seu lado, para que você o abrace à noite, e não se sinta só.

Conversar com você durante o banho, ensinando o nome de cada pedacinho de seu novo corpo, e enchendo-o de beijos amorosos.

Dançar com você pela sala, rodando, rodando, para ouvir suas gargalhadas deliciosas.

Ficar com você no colo, assistindo seu desenho preferido, até você pegar no sono, tranqüilo, seguro, aquecido.

Levar você para a cama dela, quando você se sente sozinho em seu quarto à noite, aconchegando-o bem perto de seu coração - lembrando dos tempos em que você estava ali, crescendo forte dentro dela.

Finalmente, poderíamos dizer que você ama sua mãe, porque ela ama você sem pedir nada em troca. O que um dia você entenderá como sendo o amor incondicional. E ela será seu maior exemplo dele.

* * *

Um filho bem amado nunca esquecerá sua mãe.

Mesmo que ele enverede por caminhos tortuosos, que faça escolhas perigosas na vida, aquela candeia do carinho materno sempre estará lá.

Será aquela luzinha distante, no meio da escuridão dominante da ignorância - como um convite terno para trazê-lo para a senda iluminada novamente.

O amor materno será sempre seu laço seguro e certo com o amor de Deus.

Que o Criador Supremo do Universo abençoe todas as mães...

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Postado por Rita Célia e Ângelo

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sexta-feira, 28 de março de 2008

A milenar arte de ser pai e mãe
Lindos e tão importantes os textos aí de baixo da Denise e da Rita. Quantas dúvidas nos assombram nessa bonita e ao mesmo tempo complicada missão de ser mãe. Dia desses conversando com minha irmã, mãe de duas meninas de onze e cinco anos, sobre como desempenhar melhor o papel de mãe e pai, entendi que meus pais, hoje com mais de 70 anos, fizeram tudo direitinho, mesmo sem internet, sem livros em abundância sobre os mais variados temas de educação e sem sequer pensar em grupos, como o nosso, abertos a todas as discussões. Eles cometeram algum erro ao educar sete filhos? Certamente e é bem provável até que não foram poucos. Temos traumas ou dificuldades em conseqüências desses erros? Talvez, mas temos o essencial: a certeza de que éramos amados tanto quando sorríamos com mimos e presentes quanto quando chorávamos em virtude das represálias e castigos. O amor estava sublinhado em cada gesto guiado simplesmente pela intuição e por esse sentimento tão intenso que só entendemos na sua totalidade ao exercer a maternagem ou a paternagem. Bobagem dizer que não queremos repetir os erros de nossos pais. Talvez iremos cometer outros piores. Temos muitos recursos para buscar ajuda e tentar corrigir o que for possível. Esse é o lado bom da evolução humana. Mas acima de tudo temos de deixar o amor fluir porque ele sim nos levará aos recursos disponíveis certos e ao melhor caminho da educação. Melhor sim, mas não sem erros, sem equívocos e muito menos sem dificuldades. Não vamos nunca descobrir por si próprios se fizemos tudo direitinho. Só um filho talvez possa nos dizer um dia se tudo deu certo. Mas, mesmo assim, sem passar por essa experiência acho improvável que alguém esteja habilitado para dar um parecer sobre o assunto.Um beijão e bom fim de semana a todos

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Postado por salete

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Salete,
Com toda certeza educar tb é aprendizado.
Nos aprendemos a sermos bons pais e mães, pela intuição e amr, pela vivência e experiência de outros pais nos espelhamos e aprioramos.
Vamos errar, vamos acertar, mas sobre tudo vamos amar muito nossos filhos.
Blogger Rita Célia e Ângelo

 


quinta-feira, 27 de março de 2008

AMAR É
AMOR MATERNO

O amor materno não deve ser subjetivo, e sim objetivo.
O amor subjetivo, por maior que seja, não serve à criança e ao seu desenvolvimento, não ajuda a formar sua personalidade, não dá a atenção, o apoio e a compreensão que a criança precisa.
O amor materno deve ser sempre traduzido em ações.

Amar, em primeiro lugar, é ser responsável.
Amar é dar ao bebê todas as vacinas.
Amar é respeitar o direito de chorar e o direito ao colo.
Amar é ter paciência na fase das cólicas.
Amar é compreender a criança, entender seu sentimento de posse e perceber a diferença entre egocentrismo e egoísmo. Amar é não falar tatibitate, respeitar a criança que brinca com o próprio corpo para se descobrir.
Amar é entender a criança quando passa pela fase do “não”. Amar é entender os conflitos que a criança cria e a sua agressividade.
Amar é ensinar regras e depois estabelecer limites coerentes e consistentes.
Amar é não negar os sentimentos e a percepção da criança.
Amar é reconhecer o direito que a criança tem de brincar e entender que a brincadeira é o seu trabalho.
Amar é evitar todo castigo físico e só punir com justiça, no tempo certo e jamais humilhar a criança. Amar é saber que palavras e atitudes também agridem.
Amar é evitar o excesso de sugestões.
Amar é compreender o medo infantil e os pesadelos da criança.
Amar é receber bem o amigo imaginário da criança.
Amar é deixar que a criança coma sozinha, mesmo que ela se suje.
Amar é respeitar seu direito à fantasia e estimular suas manifestações, é criar condições para que ela risque e rabisque, pondo para fora seus fantasmas e suas frustrações.
Amar é preparar a criança para as mudanças e entender que cada uma delas pode ser vista como uma perda.
Amar é respeitar o direito da criança de ser alguém, de ter personalidade e favorecer sua descoberta do “eu”, para que ela possa entender o outro.
Amar é permitir que a criança explore e faça suas descobertas, é dar respostas claras às suas perguntas.
Amar é não mentir e não enganar a criança, para que ela cresça confiante.
Amar é entender que a vaidade é necessária.
Amar é compreender que um dia a criança vai começar a nos criticar, a criticar nossas idéias e ações, e que isso é normal e natural.
Amar é estimular a criança a assumir responsabilidades, mas não explora-la em atividades domésticas ou incompatíveis com sua idade.
Amar é não apressar a criança a crescer, nem mesmo vestindo-a como um adulto em miniatura.
Amar é contar histórias e ouvir histórias.
Amar é ensinar a ela que os monstros podem ser vencidos.
Amar é acreditar na criança e nas suas potencialidades.
Amar é preparar a criança para as perdas, inclusive a morte.
Amar é fazer da hora de comer um momento de satisfação, de alegria, não de pressão e tortura. É respeitar o paladar da criança.
Amar é entender o ciúme do irmão mais velho.
Amar é dar parâmetros morais e permitir que a criança tenha sua religião.
Amar é não abandona-la diante da televisão.
Amar é ter a consciência de que é possível aprender a amar, que amar é difícil, mas muito gratificante, porque é amando que somos amados.
Amar é acreditar que ser é mais importante que ter e, independente das dificuldades da vida, é criar todas as condições para a criança ser feliz.

Extraído do livro Escola de Pais, de Luiz Lobo.

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Postado por Denise Lage

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2 Comentário(s) Amigo(s)...
 

Espetacular este texto! Obrigada por nos presenteá-lo.
Maria Alice
Anonymous Anônimo

 
 

Que texto mais profundo e lindo.
Temos que observar cada paramentro aqui abordado pois com certeza cometemos muitos destes erros despercibidamente.
Acho que vou ler este livro que vc está lendo depois de abserver os ensinamentos da "Limites sem Trauma" que estou lendo agora.
Obrigada por este compartilhar.
Beijinhos com carinho,
Blogger Rita Célia e Ângelo

 





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